Bioquímica Clínica
v. 60 n. 1 (2026): Acta Bioquímica Clínica Latinoamericana
Comparação de dois métodos com e sem o acréscimo de fosfato de piridoxal para a determinação de atividade de aminotransferases
Bioquímica. Departamento de Bioquímica Clínica. Facultad de Farmacia y Bioquímica. Hospital de Clínicas “José de San Martín”. Universidad de Buenos Aires. Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina.
Bioquímica. Docente autorizado de la UBA. Departamento de Bioquímica Clínica. Facultad de Farmacia y Bioquímica. Hospital de Clínicas “José de San Martín”. Universidad de Buenos Aires. Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina.
Bioquímica. Docente autorizado de la UBA. Maestranda en Salud Pública. Departamento de Bioquímica Clínica. Facultad de Farmacia y Bioquímica. Hospital de Clínicas “José de San Martín”. Universidad de Buenos Aires. Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina.
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Enviado
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março 5, 2026
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Publicado
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2026-03-10
Resumo
O objetivo do trabalho foi comparar dois métodos de determinação de aminotransferases com e sem acréscimo de fosfato de piridoxal (PLP). Verificou-se que os dados não seguiram a distribuição normal (p>0,05); que a diferença entre as médias foi estatisticamente significativa (p<0,0001) e que a relação foi linear positiva (r>0,967, p<0,0001). A concordância foi de 95% para aspartato aminotransferase (AST) e 93%-94% para alanina aminotransferase (ALT). A variação de atividade com PLP foi ALT: (11,13 UI/L (IC95%: 7,99-14,28), 6,44 UI/L (IC95%: 4,35-8,52) e 8,76 UI/L (IC95%: 6,85-10,67) e AST: 10,86 UI/L (IC95%: 4,63-17,08), 8,08 UI/L (IC95%: 5,06-11,10) e 9,36 UI/L (IC95%: 6,12-12,61) para homens, mulheres e ambos os sexos, respectivamente. Em conclusão, foi demonstrado que o PLP superestimou a atividade de ambas as enzimas.